Contratos: segurança jurídica começa com clareza e personalização
- Any Kéully Amorezi Magalhães

- 13 de jun.
- 1 min de leitura
Celebrar um contrato não é apenas “assinar um papel” — é formalizar um acordo que terá efeitos jurídicos, financeiros e até pessoais entre as partes envolvidas. Por isso, cada cláusula deve ser pensada com critério e objetivo, de forma clara, personalizada e alinhada à realidade das partes. Contratos genéricos, prontos da internet ou copiados de outros negócios, podem até parecer soluções rápidas, mas escondem riscos jurídicos sérios — inclusive nulidades, perdas financeiras e processos judiciais.

Um contrato bem feito define direitos, obrigações, prazos, consequências do descumprimento e formas de resolução de conflitos. Isso vale tanto para contratos empresariais, como prestação de serviços, compra e venda, sociedade ou locação comercial, quanto para situações pessoais, como contratos de aluguel, empréstimo entre particulares ou até contratos de namoro e união estável.
Cada contrato deve ser construído de forma individualizada, levando em conta o contexto, objetivo das partes, os riscos envolvidos na operação e a legislação aplicável. E mais: a linguagem deve ser técnica, mas acessível, de modo que todas as partes compreendam exatamente o que estão assinando. Um contrato claro evita dúvidas, previne litígios e transmite profissionalismo e confiança — além de ser uma ferramenta de proteção jurídica.
Contar com um advogado nesse processo não é um custo: é um investimento em segurança. O contrato é a base de qualquer relação bem estruturada. Se mal feito, vira problema; se bem feito, vira solução.



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